Dia 09 – Lolo de Novo
A Inês mora em frente à Mairie do 12ème, isto quer dizer que todo sábado tem casamento. É divertido ver os noivos da janela e como são diferentes de acordo com a origem.
Nesta manhã, primeiro foi um casamento de asiáticos. Estavam todos alegres, mas bem diferentes do casamento seguinte, de africanos, que já chegaram cantando e dançando na rua…
Almoçando no Lolo
Fomos almoçar no “Lolo et les Lauréats” (42 rue Montgallet,75012 Paris,tel : 01 40 02 07 12), para nós a melhor relação custo benefício. Pessoal simpático e comida gostosa por um preço razoável e, cerise sur le gateau, próximo à casa da Inês.
Não tinha o prato do outro dia, mas eu pedi outra carne. Ana foi de atum. Não tinha visto qual era o acompanhamento, mas percebi que vários pratos chegavam nas mesas vizinhas com batatas fritas… Prefiro não comer fritas e perguntei à garçonete se poderia trocar. Ela já estava me dizendo que não seria, pois já tinha sido feito o pedido, quando um homem, presumivelmente o dono, interveio e disse que poderia ser trocado por um suflê de abobrinha. Ufa! por pouco! A carne, assim como o suflê, estavam ótimos.
Quando estávamos terminando o almoço, um casal mais idoso da mesa ao lado nos ofereceu o pichet de vinho que eles não tinham terminado. Muito simpático. Nos tínhamso pedido o pichet menor, de 25O ml e o deles era o de 50ml. Acabamos bebendo bastante…
Tati outra vez
Depois do almoço fomos continuar nossas compras na Tati. Não acahmos tudo que queríamos, mas quase terminamos a lista e depois fomos andando até Montmartre.
Lá, compramos pequenas lembranças nas lojas da parte baixa mesmo. Havia uma enormidade de gente na pequena colina do Sacre Coeur e não queríamos enfrentar a multidão nas ruas estreitas do alto.
Na subida de Montmartre ficam estes negões abordando turistas querendo colocar uma pulserinha no braço deles, mais ou menos como acontece em Salvador. Outro dia tive que ser mais ríspido com um deles. Disse que não queria uma, duas vezes e ele começou a pegar meu pulso para por a pulseira… Só quando levantei a voz ele soltou meu braço.
Como as compras estavam pesadas, voltamos para casa para deixá-las. Ana viu que tinha missa na mesma igreja que tem concertos todo sábado e domingo, assim, ela podia ficar livre no domingo e poderíamos passear à vontade em Chartres no dia seguinte. Feito isso, ela foi assitir a missa e eu fiquei andando pelo centro. Passei de novo na Passage du Désir, para conhecer mais sobre os brinquedos de lá…
Concerto na igreja
Combinamos com a Hiroko de assistirmos o concerto juntos e depois fazer um picnic na beira do Sena. Compramos algumas coisa para beliscarmos num supermercado e fomos para a igreja, para o concerto.
Neste dia, estavam se apresentando dois pianistas, um casal, que tocavam o piano a quatro mãos. No programa Schubert e Brahms (danças hungaras). Notamos que no teto da igreja tem um rosto desenhado. Deveria ser o rosto de Nossa Senhora, mas achei bem esquisito. Não combinava com a igreja. Hiroko chegou depois da metade do concerto.
“Flanando” por Paris
Ao final do concerto, saímos para passear por Paris.
Tomamos sorvete Bertillon na Ilê de Saint-Louis e conversamos até tarde com a Hiroko.
Combinamos de nos encontrar no dia seguinte para irmos à Chratres, torcendo para fazer tempo bom.
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