Dia 08 de agosto – Descansar e comprar.


Nesta sexta, querendo ainda descansar, resolvemos começar o dia devagar. Almoçamos em casa e saímos somente à tarde. Fazia um tempo mais frio. Tínhamos combinado com a Hiroko de ir no domingo à Chartres, cidade com uma catedral gótica importante, a uma hora de Paris de trem. Se chovesse demais, talvez o programa ficasse anulado…
Neste dia, resolvemos apenas passear por Paris, ver os lugares que ainda não tínhamos visto à pé e de ônibus.

Protestos

De dentro do ônibus, fiz algumas fotos em infravermelho. Com o tempo nublado este tipo de fotografia funciona muito bem, dando um halo misterioso às paisagens. “Flanamos” boa parte do dia. Vimos uma passeata em frente ao hotel de ville.

Pelo jeito, era uma passeata contra a repressão aos imigrantes. Fomos andando até a Nature et Decouvertes dentro do Halle, para ver se tinha algo interessante como presente. Até achamos, mas os preços… Com família grande temos que limitar o gasto individual e comprar apenas lembranças mesmo. Descobri que a boulangerie Paul, uma das redes mais constantes de Paris, não faz mais meu croissant preferido: croissant aux amandes. Pena. Era uma bomba calórica e eu adorava. Acabei comendo de outras boulangeries que ainda o fazem.

MacDonalds discreto

No Halle tem esse Macdonalds discreto… coisa em rara em se tratando de Macdonalds.

Tati para todos…


Passeamos ainda um pouco pelo centro, quando a Ana teve a idéia de ir na Tati, no norte da cidade. A Tati é uma loja popular, uma espécie de Saara de Paris. Tínhamso que ir até a a estação Barbes, por assim dizer, uma espécie de central do Brasil em paris. Bom, isto é um exagero, barbes é bem menor, mas o clima é o mesmo. Quando chegamos, tem um pessoal oferencendo cigarro ainda do lado de fora, pelas grades da estação. Isto me leva a pensar que deve ter gente que vem aqui só para comprar cigarro. Na França o cigarro é muito bem taxado, o que o torna muito caro, mas sempre tem contrabando, e aqui em Barbes parece ser o lugar onde isto é vendido.

Entramos na Tati e encontramos o paraíso dos preços baixos. Tivemos o cuidado de evitar comprar coisas feitas na China… Não teria graça dar uma lembrança que pode ser encontrada no loja chinesa do Saara. mas encontramos perfumes feitos na França por preços bem abordáveis. Não digo aqui os preços para quem for presenteado não achar que fomos sovinas demais. Afinal, os perfumes eram bons, e se não estivéssemos com medo do excesso de bagagem, compraríamos inclusive para nós mesmos.

Infelizmente, chegamos muito tarde e a Tati já estava fechando. Não tivemos tempo de comprar muita coisa.

Perto da tati e abertta até às 21 horas tem uma enorme Virgin. Não imaginava que neste bairro teria uma Virgin. Mas caiu bem, pois ainda fizemos algumas compras lá.

Jantando com a Hiroko

Terminadas nossas compras, pegamos o metrô para ir ver a Hiroko. Ela ia fazer um jantar para a gente. Como sempre, coisas simples e gostosas. Tomamos vinho branco que ela havia trazido de Savoie. Voltamos para casa no último metrô.


Fotos no Picasa para este artigo

~ por meiomegapixel em Agosto, 15 2008.

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